Origem do Bouquet de Casamento

Origem do Bouquet de Casamento

O bouquet é, sem dúvida, um dos elementos de destaque num casamento. De facto, é difícil imaginar uma noiva a entrar na cerimónia sem um ramo de flores na mão, o que não é de admirar: afinal, este pequeno (grande) detalhe já existe há milhares de anos. 

 

Mas como é que terá surgido esta tradição?

 

Existem várias versões de como terá sido o formato concreto do bouquet, na sua génese, mas numa coisa as várias histórias concordam: os primeiros terão sido usados nas Antigas Grécia e Roma. 

 

Há quem diga que os primeiros ramos de noiva não eram ramos de todo, mas sim grinaldas de flores, bastante trabalhadas, que simbolizavam a fertilidade da noiva e celebravam uma nova união, plena de amor e confiança. 

 

Por outro lado, há também quem defenda que, em vez de belos arranjos florais, os ramos seriam feitos de cereais e vários tipos de ervas aromáticas. Poderiam ter uma ou outra flor para embelezar um pouco o arranjo, mas sem que fossem estas as protagonistas. Os cereais eram um símbolo de abundância e fertilidade, enquanto que os cheiros fortes das ervas aromáticas pretendiam afastar os maus espíritos e abençoar o casal. 

 

Esta última versão é também a mais comummente aceite para os ramos usados já na Idade Média. Diz-se que, nesta época, o cheiro dos ramos seria particularmente forte, e que incluiriam alhos secos, para protecção, e aneto, que seria considerado um afrodisíaco e ajudaria os noivos na preparação da noite de núpcias. 

 

Existe também o mito de que os bouquets teriam um cheiro bastante intenso para disfarçar o odor das próprias noivas, dadas as escassas condições de higiene da época. Apesar de comum, esta história parece ser infundada, já que as pessoas na altura teriam as suas rotinas de higiene diárias e que estas seriam mais evoluídas e práticas do que se pensa hoje em dia (embora, claro, nada substitua as maravilhas da água canalizada e de se poder tomar um belo duche quente todos os dias). 

 

Na verdade, foi na época vitoriana que o bouquet começou a tomar a forma que conhecemos atualmente (questionamo-nos muitas vezes como é que a Rainha Vitória não é a realeza padroeira dos casamentos). Foi nesta altura que as ervas aromáticas e os cereais perderam o seu destaque em prol de flores, arranjadas de forma a chamarem a atenção e complementarem o visual das noivas no seu grande dia. 

 

Mas, ao contrário do que se possa pensar, a cor, feitio ou beleza de uma flor não eram os únicos critérios a ter em conta na sua escolha para um ramo de casamento. O estudo da linguagem das flores tornou-se um passatempo de muitas famílias na época vitoriana e era normal que as famílias de classe média/alta tivessem em sua casa pelo menos um livro sobre o tema. Assim, o significado de cada flor era igualmente (ou mais) importante, pois simbolizava o que a noiva desejava para a sua vida de casada: por exemplo, Margaridas traduziam-se em “inocência” e “esperança”, ao passo que Rosas vermelhas eram o símbolo para “amor”, e Lírios do campo queriam dizer “pureza” e “doçura”. 

 

Esta atenção ao significado das flores é ainda tida em conta hoje em dia, em muitos casos, o que faz do bouquet mais do que um simples conjunto de flores: é um elemento essencial para muitas noivas, cheio de simbolismo e carregado com os sonhos do casal para o futuro que se avizinha. 

 

Como várias outras, esta é uma tradição milenar que evoluiu muito ao longo dos tempos. Nós adoramos descobrir estas histórias! Vocês já conheciam?

Tradições | Ovos de Santa Clara

Tradições | Ovos de Santa Clara

Quando pensamos em casamento vem-nos à ideia uma série de lendas ou superstições e apostamos que a vocês também!  Há quem pense que nestes assuntos “mais vale prevenir do que remediar” e por isso queremos partilhar convosco algumas delas. 

 

Comecemos pelos Ovos de Santa Clara. Este nome diz-vos alguma coisa? E como assim, ovos? Adiantamos já que não são para comer! 

 

Continuando numa de ditos populares ouve-se muitas vezes que “casamento molhado, casamento abençoado”, mas a verdade é que a maioria dos casais dispensa de bom grado esta bênção e é nessa sequência que surge esta tradição! Mas comecemos pelo princípio.

 

Quem é Santa Clara?

 

Dizem que quando a mãe desta santa estava grávida, ela afirmava: 

 

– A minha filha vai chamar-se Clara, pois iluminará o mundo.

 

Na juventude, ela conheceu São Francisco de Assis e fundou a ordem de freiras Clarissas.

 

Diz a lenda que Santa Clara gostava de fazer doces com claras de ovos no convento. Durante a sua infância, quando aprendeu a cozinhar, os seus doces preferidos eram estes, pelo que levou esse gosto consigo para o convento.  Alguns serviam para alimentar as freiras, mas a maioria era vendida na aldeia para ajudar os pobres. Infelizmente surgiu uma praga que matou as galinhas e por isso os ovos deixaram de existir naquela zona.

 

Diz-se que Santa Clara ficou muito triste e rezou para que Deus enviasse uma solução. Naquele momento, bateu à porta do convento um grupo em carroças, cheias de pessoas e galinhas, vindas de Espanha, que disseram: 

 

– Por favor, ajude-nos! Dê-nos abrigo, pois a nossa aldeia inundou, não pára de chover lá. Temos galinhas e ovos para oferecer em troca.

 

Santa Clara aceitou a proposta e aquelas pessoas encheram a sua cozinha de ovos.

 

Então rezou: 

 

– Meu Deus faça com que pare de chover na cidade deste povo! 

 

Santa Clara fechou os olhos e a chuva parou. Avisou-os que poderiam ficar o tempo que desejassem, mas que a chuva já tinha parado e as águas que invadiram as suas casas desapareceriam em quinze dias. Santa Clara explicou que se a enchente voltasse a prejudicar a aldeia, era preciso que estes mesmos moradores lançassem ovos para o telhado e fizessem uma oração, pensando em Deus e naquele humilde convento.

 

Terá sido daqui que surgiu a tradição de oferecer ovos a Santa Clara para que esta ajude a que não chova no dia do casamento. 

Em relação à forma como o processo deve ser feito, existem no entanto algumas discrepâncias nas histórias; Há quem diga que o número de ovos a oferecer deve corresponder ao dia do casamento, isto é, se casar no dia oito deve oferecer oito ovos, se o casamento acontecer no dia catorze, deve ser esse o número de ovos oferecidos, e por aí adiante. Mas há também quem afiance que este não é tema para forretices e que quantos mais ovos se levar, melhor! Há ainda quem diga que devem ser sempre doze.

 

Quanto a quem oferece, por vezes é referido que não deve ser a noiva, mas sim outra mulher amiga e próxima da família a fazê-lo. E até quanto à origem dos ovos – terão de ser caseiros? – e à antecedência com que se devem dirigir à Santa existem algumas discordâncias, mas a verdade é que “o seguro morreu de velho” e a tradição lá vai perdurando! 🙂

 

Queremos saber, colocariam em prática esta tradição? Acreditam nesta lenda e acham que mais vale mesmo prevenir que remediar ou não são dados a estas coisas? 

Tudo sobre Elopement Wedding

Tudo sobre Elopement Wedding

Este é um conceito que tem crescido bastante em Portugal nos últimos anos e que, atualmente, com uma pandemia mundial e restrições aos aglomerados de pessoas, tem ainda mais pertinência.

 

Mas o que é afinal um Elopement Wedding? Em suma, é a celebração de um casamento com poucos (ou nenhuns) convidados. É, por natureza, um evento mais íntimo, completamente focado no casal, no seu enlace e no amor que têm um pelo outro.

 

Há um certo mistério associado a esta forma de casar, que a torna única e interessante. Embora hoje em dia haja cada vez mais casais a fazê-lo, na sua origem, to elope (fugir para casar) era feito sobretudo quando a família de um ou de ambos os membros do casal não concordava com a união. Assim, para preservar a sua relação, estes viam-se obrigados a celebrar o matrimónio sozinhos e em segredo. 

 

Por outro lado, os filmes de Hollywood trouxeram-nos também uma outra vertente do Elopement Wedding, nomeadamente através das luzes e néons de Las Vegas, onde tantas vezes vemos casais que, em plena alegria alcoólica, se precipitam para um casamento rápido e pouco pensado, sem avisar qualquer familiar ou amigo do que está a acontecer.  

 

Mas bem, então como é que isto se traduz para os dias de hoje e para Portugal? E porque é que um casal optaria por este estilo de casamento? 

 

Para compreender melhor, será mais simples explicarmos primeiro a estrutura mais comum deste tipo de casamentos. 

 

Portanto, libertemo-nos das ideias pré-concebidas que temos sobre o que deve ser um casamento e limpemos a mente, como se quiséssemos meditar – Retiremos os convites, a refeição prolongada com centenas de convidados, o DJ com a grande festa, os brindes, a corte, e por aí adiante até que não haja nada que não esteja diretamente relacionado com o casal. 

 

Neste momento, deveremos ter apenas a cerimónia, o fotógrafo e/ou videografo (para mais tarde recordar!), talvez uma refeição ou algo planeado para um momento a dois e a noite de núpcias. E é isto, essencialmente, que define um Elopement Wedding –  duas pessoas e uma cerimónia íntima num qualquer lugar, sem alaridos nem ruídos que distraem do que realmente importa – o enlace e o amor do casal. 

 

Já vos estamos a ver a sonhar com este tipo de casamento, mas deixem que mandemos mais achas para a fogueira: para além do fator romântico óbvio, há várias razões que poderiam levar a optar por um Elopement

 

  • É mais simples de organizar – como o número de fornecedores é bastante mais reduzido e não há convidados a considerar, há menos a conciliar e por isso, menos horas de labuta;

 

  • É mais rápido – esqueçam o evento que começa de madrugada e que termina às tantas da noite. Este tipo de casamento pode até durar uma hora ou duas – depende apenas e só do que o casal pretende – chega a cerimónia? Junta-se uma refeição a dois? Uma sessão fotográfica? É verdadeiramente uma ocasião ao ritmo dos seus protagonistas;

 

  • É mais focado no casal – tirando a necessidade de entreter convidados, o casal pode verdadeiramente concentrar as suas atenções em si, naquele momento e no significado que têm um para o outro;

 

  • É (ou pode ser) mais económico – pelo facto de ter, normalmente, uma duração mais pequena e por haver mais flexibilidade para acontecer aos dias de semana (já que não têm de conciliar as agendas dos noivos – ou noivas – e dos convidados), os poucos fornecedores que necessitam para ajudar ao vosso dia têm, muitas vezes, preços mais simpáticos. É uma ótima forma de poupar alguns (ou muitos) euros à carteira do casal. No entanto, este não tem, necessariamente, de ser um evento económico! Tudo depende do que o casal pretende – existem versões luxuosas de Elopement (por exemplo em formato Destination Wedding) cujos valores podem facilmente atingir os de um casamento  tradicional. Como tudo o resto, são as escolhas e as possibilidades do casal que formam o evento final; 

 

  • É menos restritivo – Querem uma cerimónia durante a semana? Numa falésia com vista para o mar? Usar calções e chinelos? Neste tipo de casamento, os únicos limites são os vossos sonhos e a disponibilidade do celebrante (tanto de tempo, como para se deslocar ao vosso local de eleição – é melhor ser num sítio que não necessite de escalada para lá chegar)! 

 

Devemos pensar também, no entanto, no lado menos positivo de um Elopement Wedding. Um dos motivos que leva a que os casamentos tradicionais tenham um elevado número de convidados não é apenas pelo facto de os noivos quererem partilhar o seu momento de alegria com os seus familiares e amigos, mas porque os familiares e amigos também querem presenciar esse momento. Por isso, é possível que, se escolherem “fugir para casar” a dois, tenham de lidar com alguma mágoa por parte dos vossos entes queridos. 

 

Mas não se preocupem, estamos aqui para vos dar umas dicas sobre como colmatar esta situação, para que todos compreendam e se sintam parte do processo, apesar de deixarem que o momento chave seja exclusivamente vosso:

 

  • Evitem as surpresas – Há alguma tentação, com este estilo de celebração, para fazer todos os preparativos em segredo e avisar as pessoas mais próximas mesmo antes da cerimónia ter lugar, ou até depois. Isto pode levar a algum ressentimento pelo facto de serem apanhadas desprevenidas e por sentirem que lhes foi “roubada” a hipótese de fazer parte de um momento importante do casal. Uma ótima  forma de evitar isto é, simplesmente, informar que o evento vai acontecer, a sua data e explicar o porquê de quererem fazer um casamento a dois;

 

  • Peçam ajuda com os preparativos – Lá porque a cerimónia será a dois não significa que todo o caminho até lá chegarem tenha de o ser! Peçam uma mãozinha (ou duas) para a escolha do espaço, da roupa ou dos fornecedores! Para além de aliviar um pouco a vossa pressão, também ajuda a que as pessoas à vossa volta se sintam incluídos de algum modo;

 

  • Mostrem fotos e/ou vídeos do evento – Já que não lhes será possível participar presencialmente, mostrem o registo fotográfico e/ou videográfico do vosso enlace aos familiares e amigos! Assim, apesar da ausência, vão poder ver a vossa felicidade e todos os detalhes que dela fizeram parte. Sobretudo se tiverem seguido a nossa dica anterior, será reconfortante para eles verem o fruto do seu trabalho e sentirem que realmente fizeram parte do momento. 

 

Este é, de facto, um modelo especial de casamento, com características muito próprias e que cria um ambiente único para o casal. O que prefeririam vocês? Uma cerimónia íntima a dois ou toda a pompa e circunstância com todos os vossos entes queridos em redor? Deixem-nos a vossa resposta nos comentários! 

O que é um Destination Wedding?

O que é um Destination Wedding?

Afinal o que é um Destination Wedding? Damos uma primeira pista: no final deste artigo é bem provável que estejam a fazer as malas! 

 

Trata-se de um casamento fora do local de origem dos noivos (ou noivas!). Para ser “Destination”, ao contrário do que se pensa, não tem necessariamente de acontecer noutro país; poderá ser apenas noutra cidade, por exemplo. 

 

O cenário do vosso casamento é aquele que desejarem: praia, serra, cidade, um castelo? Vocês decidem qual o local que cumpre todos os vossos requisitos!

Para além de não estarem limitados ao tipo de beleza que o sítio onde residem proporciona, um casamento que implique deslocação para outra zona tem a nosso ver outra vantagem: vai durar mais do que apenas algumas horas, podendo tornar-se num evento de vários dias. Claro, também exigirá muito mais planeamento, mas não valerá a pena? Nós achamos que sim!

 

Que diferenças poderá ter a vossa decisão por um destination wedding em detrimento de um casamento na vossa cidade de residência? 

 

Possivelmente terão de rever o número de convidados. A lista poderá ter de ser mais pequena, selecionando apenas as pessoas mais próximas. Habitualmente este tipo de casamentos tem entre 10 a 30 convidados e um clima mais intimista, mas estamos a falar de médias. Querem convidar todos os familiares e amigos? É possível para vocês? Então, porque não?!

 

Diretamente relacionado com o ponto anterior, o orçamento é também um fator a considerar na decisão de realizar um destination wedding. Para além dos aspetos logísticos, há que perceber e deixar claro quem paga a deslocação e estadia dos convidados. Cada um paga a sua ou os noivos encarregam-se dessas despesas? 

Se para vocês arcar com as despesas inerentes a todos os convidados é impossível, podem, por exemplo, informá-los de que não querem presentes: o melhor presente é efetivamente eles estarem presentes. Soa clichê, mas não será verdade? 🙂 

 

As boas notícias: se por um lado, casar fora do vosso local de origem pode encarregar-vos de mais gastos, com deslocações e estadias, dependendo do destino alguns serviços poderão ter preços mais simpáticos. E uma coisa é certa, estarão a proporcionar aos vossos convidados uma experiência única

 

Num destination wedding é imprescindível colocar informações sobre o local no convite de casamento. Deixem aos convidados sugestões de alojamento, indicações sobre o itinerário e digam-lhes qual o dress code ideal para o clima que vão encontrar no destino.

Mesmo que não sejam vocês os responsáveis pelas despesas inerentes ao alojamento, verifiquem, dependendo do número de convidados, se não valerá a pena pernoitarem todos no mesmo local, já que poderá ser mais cómodo e económico.

Tratando-se de um evento menos simples logisticamente e mais longo, existe também maiores probabilidades de alguns convidados não conseguirem participar. É importante informá-los deste grande evento (ainda com) mais antecedência.

 

Ao optarem por casar num outro país devem ter em atenção às diferenças culturais nas tradições relacionadas com o casamento ou até na forma dos fornecedores gerirem o processo. Confiram diferenças no fuso horário (por exemplo, a que horas nasce e se põe o sol?), condições climatéricas e não se esqueçam também de verificar a questão da moeda e, se não for a mesma do local de origem, de realizarem a conversão. 

 

Ok, vemos que estão convencidos. Já foram buscar as malas, mas e agora o que é que precisam de fazer?

 

Se organizar um casamento na vossa localidade já implica alguns desafios em termos de tempo e planeamento, com um destination wedding a vossa vida não estará facilitada, mas vamos a isso! Deixamo-vos algumas dicas:

 

Escolham o local: Fechem os olhos, rodem o globo e apontem para um local. Para alguns casais o sítio ideal é aquele com que sempre sonharam e ainda não tiveram oportunidade de conhecer; para outros será um local que conheceram, possivelmente a dois, e que os marcou. É o vosso dia (ou talvez dias!) e vocês decidem;

 

Definam a data: Se num casamento tradicional tudo deve ser programado com alguma antecedência, num destination wedding é ainda mais relevante. Não se esqueçam de ter em atenção possíveis diferenças de estação e dias comemorativos do destino; 

 

Entreguem o save the date: Nem sempre consideramos essencial, mas quando um casamento se vai realizar fora da vossa área de residência torna-se muito importante. Avisem os convidados do que vai acontecer, quando e onde, tão cedo quanto vos for possível. Depois, no convite e já sem tanta urgência, dão os restantes detalhes;

 

Se quiserem saber a diferença entre Save the Date e Convites leiam AQUI no nosso artigo sobre o tema.

 

Contratem um Wedding Planner: Não é uma tarefa essencial, mas poderá facilitar-vos (muito) a vida. O wedding planner pode ser um profissional do local de origem ou do destino. Vemos algumas vantagens em contratar alguém da zona onde se irá realizar o casamento pois conhecerá as tradições, forma de funcionamento dos fornecedores, especificidades do clima, e pode passar-vos toda essa informação. Poderá fazer visitas físicas por vocês e transmiti-las por videochamada. Resumidamente, ser uma espécie de ponte entre vocês e o vosso destino de sonho;

 

Se quiserem saber mais sobre o que é um Wedding Planner leiam o nosso artigo AQUI.

 

Atenção à burocracia: Passaporte, vacinação, regras com bagagens. Informem-se e informem os vossos convidados. Para além disso, vão querer casar oficialmente no país de origem e realizar uma cerimónia simbólica no destino ou pretendem casar oficialmente lá? Caso a vossa resposta seja a segunda opção é essencial perceberem o que é que isso implica. Que documentação é necessária? Existem limitações? Consultem a entidade responsável. No caso de casais homossexuais é ainda mais importante verificarem a legislação e informarem-se devidamente;

 

Cheguem mais cedo: Façam os possíveis por estar no local dois ou três dias antes para resolverem alguma questão de última hora e também para poderem relaxar um pouco. Aconselhem também os convidados a não chegarem na véspera para evitar imprevistos. Organizem algumas atividades para esses dias, aproveitem para explorar a zona e reforcem a união! 

 

Essas malas já estão feitas? Portugal está na moda e são inúmeros os estrangeiros que escolhem o nosso país para o seu grande dia. E vocês, sonham com um destination wedding desde pequeninos? Que local escolheriam? Contem-nos nos comentários! 

Orientações da DGS para Casamentos e Batizados

Orientações da DGS para Casamentos e Batizados

ATUALIZAÇÃO 23/07/2021 – MEDIDAS COVID 2021 

De acordo com as normas da DGS, nos eventos de natureza familiar (festas de casamento, batizados e aniversários), com reunião de pessoas fora do agregado familiar, os participantes e profissionais devem apresentar um teste negativo à COVID-19, sempre que o número de participantes seja superior 10.

Os testes a efetuar podem ser:

  • PCR – até 72h antes do evento;
  • Rápidos de Antigénio (TRAg) – até 48h antes do evento;
  • Testes rápidos de Antigénio em modalidade de autoteste – no dia e local do evento e supervisionados por um profissional do local onde o mesmo é realizado.

 

Estes testes devem ser realizados mesmo que os participantes tenham já sido vacinados contra a COVID-19, exceto mediante a apresentação de Certificado Digital COVID da UE.

De acordo com o Decreto-Lei n.º 54-A/2021 o Certificado Digital COVID da UE dispensa a apresentação de comprovativo de realização de teste para despiste da infeção por SARS-CoV-2, nos casos em que esta seja exigida para assistir ou participar em eventos de natureza cultural, desportiva, corporativa ou familiar, designadamente casamentos e batizados.

 

De acordo com o mesmo decreto os menores de 12 anos ficam dispensados de apresentar um certificado digital COVID da UE ou um comprovativo de realização de teste para despistagem da infeção por SARS-CoV-2, sem prejuízo de a realização destes testes ser recomendável em determinados contextos.

 

O limite de convidados de 50% da lotação do espaço onde são realizados mantém-se, conforme as normas aplicadas a 01/05/2021, na maioria dos concelhos nacionais. São exceção os seguintes concelhos que regrediram para um limite de convidados de 25% da lotação do espaço:

  • Albergaria-a-Velha
  • Albufeira, Alcochete
  • Alenquer
  • Aljustrel
  • Almada
  • Amadora
  • Arraiolos
  • Aveiro
  • Azambuja
  • Barreiro
  • Batalha
  • Benavente
  • Cascais
  • Espinho
  • Faro
  • Gondomar
  • Ílhavo
  • Lagoa
  • Lagos
  • Lisboa
  • Loulé
  • Loures
  • Lourinhã
  • Lousada
  • Mafra
  • Maia
  • Matosinhos
  • Mira
  • Moita
  • Montijo
  • Nazaré
  • Odivelas
  • Oeiras
  • Olhão
  • Oliveira do Bairro
  • Palmela
  • Paredes
  • Pedrógão Grande
  • Peniche
  • Portimão
  • Porto
  • Póvoa de Varzim
  • Santo Tirso
  • São Brás de Alportel
  • Seixal
  • Sesimbra
  • Setúbal
  • Silves
  • Sines
  • Sintra
  • Sobral de Monte Agraço
  • Tavira
  • Vagos
  • Valongo
  • Vila do Bispo
  • Vila Franca de Xira
  • Vila Nova de Famalicão
  • Vila Nova de Gaia
  • Vila Real de Santo António
  • Viseu

 

De acordo com o despacho n.º 4208-B/2021 – DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 79/2021, 2.º SUPLEMENTO, SÉRIE II DE 2021-04-23, não existe limite de horário para a celebração de casamentos e batizados.

As restantes medidas abaixo continuam a aplicar-se.

Iremos atualizando a informação e pedimos a todos que se mantenham em segurança.

Hoje falamos de um tema incontornável: estes meses têm sido marcados por incerteza em relação ao futuro dos eventos no nosso país, por isso queremos deixar-vos um resumo quanto às novas orientações da DGS para eventos familiares (casamentos e batizados).

 

Os casamentos e batizados devem seguir as seguintes recomendações:

 

♡ Norma: Caso suspeito – todos os fornecedores deverão ter um plano caso surja um empregado com suspeita de COVID-19, ou seja, que aparente sintomas, que tenha tido contacto com um caso confirmado ou profissionais em locais onde pacientes de COVID-19 são tratados.

 

♡ Orientações acerca de:

 

Plano de contingência:

– Como falámos acima, na “Norma”, todas as empresas deverão ter um plano de contigência não só na eventualidade de haver um caso suspeito ou mesmo uma epidemia de COVID-19 dentro da empresa, mas também de prevenção para que isso não aconteça. Este plano deverá passar pela formação de trabalhadores, pela higienização frequente das mãos, pelo cumprimento da etiqueta respiratória, do cumprimento do distanciamento social, sempre que possível, e da definição de locais de passagem e de isolamento específicos, em caso de necessidade;

 

– Caso haja de facto um suspeito confirmado, a área de isolamento deverá ficar encerrada até que tenha sido feita a sua desinfecção completa. As áreas frequentadas pelo trabalhador com caso confirmado, também deverão ser desinfectadas antes de voltarem a ser utilizadas. As pessoas que tenham tido contacto próximo com o suspeito deverão também isolar-se tanto quanto possível e serão monitorizados de perto pelo Ministério da Saúde.

 

Estabelecimentos:

– Assegurar a etiqueta respiratória adequada através do uso de máscara, particularmente em espaços fechados;

– Colocar à disposição, em vários locais, solução antisséptica de base alcoólica e incentivar o seu uso;

 

Desinfeção:

– Aumentar a frequência de limpeza dos espaços, sempre de natureza húmida e, preferivelmente, com panos descartáveis e de uso único – materiais reutilizáveis devem ser desinfetados após cada utilização;

– Garantir que os profissionais que se ocupam das casas de banho não são os mesmos que limpam as áreas de preparação de alimentos;

– Aconselha-se a que todos os profissionais de limpeza usem equipamento de protecção individual, como máscaras, luvas descartáveis resistentes e bata impermeável.

 

Máscaras:

– Deve sempre lavar-se e desinfectar-se as mãos antes da colocação da máscara e depois de a retirar; 

– Deve evitar-se tocar na máscara enquanto esta estiver em utilização;

– Não é aconselhada a reutilização de uma máscara de uso único;

– O uso de máscara não invalida a necessidade de distanciamento social.

 

Restauração e bebidas (incluindo quintas para eventos):

– Privilegiar o uso de espaços exteriores e reduzir a lotação máxima de forma a garantir o distanciamento de 2 metros (coabitantes estão isentos deste distanciamento);

– Garantir que as mesas e cadeiras permitem este distanciamento de 2 metros – por exemplo através de lugares na diagonal;

– Garantir que qualquer alteração da disposição de mesas e cadeiras é feita por um empregado do local;

– Remover motivos decorativos das mesas;

– Desaconselhar serviços de buffet e self-service.

 

Locais de culto:

– Privilegiar o uso de espaços exteriores e reduzir a lotação máxima de forma a garantir o distanciamento de 2 metros (coabitantes estão isentos deste distanciamento);

 

♡ Informação: Máscaras – de uso único ou reutilizáveis, e colocadas sobre o nariz e a boca, de forma a fazer uma proteção respiratória completa. Para casamentos, máscaras comunitárias (ou seja, reutilizáveis, em tecido e não necessariamente certificadas) são suficientes e obrigatórias em todos os espaços fechados.  

 

Deixamo-vos ainda assim o link para o documento da DGS onde podem verificar mais detalhes: https://bit.ly/DGS_Eventos

 

Qualquer uma destas indicações deve ser revista junto dos vossos fornecedores, pois terão as suas próprias formas de atuação. Para além disso é previsível que existam novas atualizações, das quais vamos, sempre que possível, informar-vos.

 

Caso tenham alguma dúvida, entrem em contacto connosco e teremos todo o gosto em esclarecer o que conseguirmos. ♥